6 de out de 2009

Fale Sem Medo – não à violência doméstica - AVON

O Instituto Patrícia Galvão em parceria e com apoio do Instituto Avon realizou nova pesquisa de opinião, em fevereiro de 2009, sobre as percepções da população adulta brasileira a respeito da violência contra as mulheres.

O campo da pesquisa nacional foi realizado pelo Ibope

Inteligência e a análise e apresentação dos resultados foram feitas pela Perfil Urbano Pesquisa & Expressão, com a colaboração de Fátima Pacheco Jordão.



METODOLOGIA


Pesquisa quantitativa, com aplicação de questionário estruturado através de entrevistas pessoais.

Objetivo geral Levantar a opinião dos brasileiros sobre violência contra a mulher

Local da pesquisa Brasil

Universo População com 16 anos ou mais

Período de campo 13 a 17 de fevereiro de 2008

Dimensionamento 2002 entrevistas

Margem de erro O intervalo de confiança é de 95%, e a margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

Confira alguns dados interessantes sobre a pesquisa ou acesse o site:www.falesemmedo.com.br Para conhecer o estudo na íntegra.

AGENDA DE PREOCUPAÇÕES FEMININAS


  • vViolência contra a mulher em casa
    vO problema da AIDS e o crescimento da AIDS entre as mulheres
    vViolência contra a mulher e assédio sexual fora de casa
    vFormas de evitar filhos
    vDoenças como câncer de mama e útero

    v Legalização do aborto

    VIOLÊNCIA CONTRA MULHER PERMANECE COMO A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DAS BRASILEIRAS

    A percepção sobre a agenda de preocupações femininas continua a mesma, confirmando a tendência histórica.

    Esta pesquisa, no entanto, capta certo deslocamento nos temas prioritários.

    Isso fica especialmente evidente quando observamos as tabelas de 1ª menção das preocupações imputadas às mulheres versus aquelas que mostram os dados aglutinados em 1ª, 2ª e 3ª citações.

    A violência contra mulher, por exemplo, mantém-se como a principal preocupação no cômputo geral. No entanto, o tema da AIDS fica em primeiro lugar quando observada a 1ª menção.




    55Na sua opnião, o que mais leva uma mulher a continuar numa relação na qual é constantemente agredida fisicamente ou verbalmente pelo companheiro?

    • 5FFalta de condições econômicas para viver sem o companheiro 24%

Preocupação com a criação dos filhos 23%

Medo de ser morta caso rompa a relação 17%

Falta de auto-estima 12%

Vergonha de admitir que é agredida/apanha 8%

Vergonha de se separar 6%

Dependência afetiva 4%

Acha que tem a obrigação de manter o casamento 4%

PARA AS MULHERES AGREDIDAS QUE PERMANECEM NA RELAÇÃO COM AGRESSOR, PERCEPÇÃO É DE FALTA ALTERNATIVA

Perguntados sobre as razões das mulheres continuarem na relação com o agressor, fica evidente a percepção de que as mulheres são reféns dessa condição.

A falta de condição financeira desponta como principal razão (24%), seguida da preocupação com a criação dos filhos (23%) à que não deixa de ter um forte componente econômico.

Porém mais grave é a terceira razão, com 17% das indicações, em que se prevê o medo das mulheres de serem mortas após rompimento da relação com agressor.

De fato, as estatísticas mostram que o número de assassinato de mulheres é altíssimo no Brasil.

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