25 de nov de 2009

Lei contra a homofobia – Isso SIM é problema seu!

A homofobia (homo= igual, fobia=do Grego φόβος "medo"), é um termo utilizado para identificar o ódio, a aversão ou a discriminação de uma pessoa contra homossexuais e, consequentemente, contra a homossexualidade, e que pode incluir formas sutis, silenciosas e insidiosas de preconceito e discriminação contra homossexuais.(http://pt.wikipedia.org/wiki/Homofobia)

A Constituição Federal brasileira define como “objetivo fundamental da República” (art. 3º, IV) o de “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, ou quaisquer outras formas de discriminação[4]. A expressão "quaisquer outras formas" refere-se a todas as formas de discriminação não mencionadas explicitamente no artigo, tais como a orientação sexual, entre outras.

Cartaz da Parada do orgulho LGBT de São Paulo, edição 2008, que teve como tema a homofobia.

O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006[5], atualmente em tramitação no Congresso[6], propõe a criminalização dos preconceitos motivados pela orientação sexual e pela identidade de gênero, equiparando-os aos demais preconceitos já objeto da Lei 7716/89[7]. Esse projeto foi iniciado na Câmara dos Deputados, de autoria da deputada Iara Bernardi e que ali tramitou com o número 5003/2001[8], que na redação já aprovada propunha, além da penalização criminal, também punições adicionais de natureza civil para o preconceito homofóbico, como a perda do cargo para oservidor público, a inabilitação para contratos junto à administração pública, a proibição de acesso a crédito de bancos oficiais, e a vedação de benefícios tributários[9].

Segundo pesquisa telefônica conduzida pelo DataSenado em 2008 com 1120 pessoas em diversas capitais, 70% dos entrevistados são a favor da criminalização da homofobia no Brasil. A aprovação é ampla em quase todos os segmentos, no corte por região, sexo e idade. Mesmo o corte por religião mostra uma aprovação de 54% entre os evangélicos, 70% entre os católicos e adeptos de outras religiões e 79% dos ateus.(http://pt.wikipedia.org/wiki/Homofobia)


Acesse agora o site do Senado clicando aqui.

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Desça a página e procure no lado direito pela opção: Enquete e vote em SIM e digite o número de confirmação, que significa que você é a favor da aprovação da lei.

Não podemos deixar a homofobia vencer mais esta!

Vote, divulgue e LUTE, porque isso sim é um verdadeiro problema SEU e de todas nós.

22 de nov de 2009

Tudo sobre Cílios


Tudo que você precisa saber para valorizar os cílios
Realçar os cílios é um passo importante do make para ter um olhar marcante e sedutor. A beauty artist Penélope Beolchi, da agência Opa! Hair, ensina alguns truques de maquiagem e explica outros métodos existentes para valorizar os cílios. Confira!
1-Quais são os métodos existentes para valorizar os cílios?
Além das tradicionais máscaras para alongar, dar volume, levantar e etc., há também os cílios postiços, permanente e coloração para cílios e implantes.
2- Como se deve usar o curvex?
Deve ser utilizado no meio dos cílios, antes da aplicação da máscara. É importante que ele seja pressionado por, no mínimo, 30 segundos. Às vezes, é necessário repetir o processo, até que adquiram a forma desejada. Não usar depois da aplicação da máscara, pois alguns cílios ficam grudados no curvex e podem ser arrancados deixando falhas.
3- Existem diferenças entre os vários tipos de máscaras? Elas realmente alteram o resultado?
Sim. As diferenças são bem perceptíveis e comprovadas pelos laboratórios das marcas. Prefira a máscara alongadora, quando os pelos são curtos, mas têm bastante volume ou quando quiser destacar os lábios com uma cor forte. A máscara de volume é mais indicada para quem tem olhos pequenos ou poucos fios. As máscaras na versão extra preto podem tanto dar efeito de alongamento quanto proporcionar mais volume, além de maior definição da cor preta.
4- Como evitar que a máscara deixe grânulos (bolinhas) nos cílios?
É necessário retirar um pouco do excesso do produto na escovinha antes de aplicar nos cílios. Comece aplicando bem na raiz dos cílios e só depois dê cobertura ao fio todo.
5- Quantas vezes devo aplicar o pincel da máscara nos cílios?
Pode-se aplicar mais de uma camada de máscara, esperando secar por alguns segundos entre elas. Até três camadas nos cílios, no dia-a-dia, são suficientes. Mas, sabemos que existem mulheres que adoram aplicar mais.
6- Como escolher a cor da máscara: de acordo com o meu tom de pele da cor, dos cabelos ou dos olhos?
Isso varia de acordo com o estilo e o momento. Pode-se combinar a cor da máscara com a sombra, criando visuais mais suaves ou marcantes; brincar com cores diferentes, criando um visual descontraído e moderno. É possível combinar a máscara com o tom dos olhos, dos cabelos. Mulheres com cabelos grisalhos podem escolher a cor cinza. A clássica máscara para cílios preta que fica bem para qualquer tipo de mulher. Para o verão 2010, será hit o uso de máscaras nos cílios coloridas, como laranja, lilás e azul.
7- Como é feito o permanente para cílios?
A permanente de cílios é feita com pequenos bobs e pode ser seguida ou não do tingimento. O resultado é ótimo e tem durabilidade de aproximadamente um mês. Os preços variam muito de acordo com o profissional, mas ficam em torno de 120 reais. Como qualquer processo químico, algumas pessoas podem apresentar alergia, por isso é necessário fazer um teste de sensibilidade antes.
8- Como é feito o implante para cílios?
Os fios são colados com um cola semipermanente que dura em média de 1 a 2 meses. Neste período, a mulher tem direito à manutenção, caso alguns fios se descolem. Contudo, alguns cuidados especiais são necessários, como: evitar exposição ao sol; usar óculos escuros sempre; não coçar e esfregar os olhos com muita força, lavando a região com movimentos suaves. O custo também está em torno de 120 reais e fica muito bonito e natural.
9- Como é feita coloração para cílios?
A coloração é feita com tintura própria, feita por profissionais e pode ser ou não acompanhada pela permanente de cílios.
10- Quais são os tipos de cílios postiços que existem?
Existem as tiras, os tufos e os cílios em metro, mas os modelos variam tanto no comprimento quanto no volume. Os tufos são mais naturais, podem preencher falhas ou aumentar apenas os cantos. Os cílios inteiriços são colados em toda a pálpebra superior e dão aparência de boneca. São ótimos para palco, mas se escolher um modelo de fios bem finos e não muito longos, o resultado pode se bem natural também. Os cílios em metro são vantajosos, pois são econômicos. Pode-se cortá-lo em tufos ou em tiras e escolher o modo de usar.
11- Quais são os cuidados que se deve ter com os cílios postiços?
Para aplicá-los, deve passar a cola sempre nos cílios postiços e nunca direto na pálpebra. A cola para cílios é uma cola de contato, ou seja, são necessários alguns segundos (aproximadamente 20’) até que ela comece a aderir corretamente.
Para removê-los, basta puxar delicadamente. Se restar algum resíduo de cola, retire-o com sabão neutro e água morna.
Eles podem ser reutilizados, tirando o excesso de cola também com sabão neutro e água morna.
Sobre Penélope Beolchi
A beauty artist Penélope Beolchi é uma profissional antenada e curiosa, com mais de 19 anos de trabalho no universo da beleza e moda, sempre investindo em pesquisas de tendências e na atualização profissional. Além dos trabalhos realizados para campanhas publicitárias, Penélope tem produzido editoriais de moda, beleza e comportamento para revistas como Gloss, Boa Forma, Manequim, Corpo a Corpo, Época, TPM, Men's Health e Vogue Jóias. Na edição do SPFW (junho/2008), ela participou das equipes que cuidaram dos looks nos desfiles das grifes Forum (make) e Ellus (hair). Penélope ainda mantém um blog, onde coloca posts sobre seu trabalho, eventos e tendências: www.penelopebeolchi.blogspot.com


18 de nov de 2009

Crescer foto: Ricardo Corrêia

Boa Forma - close -fotos:Carlos Bessa

Fuja do Branco









“Positivas”, um documentário, mostra sete mulheres brasileiras que contraíram HIV dos maridos

http://www.youtube.com/watch?v=95KaTb5hIjU&feature=player_embedded

Documentário de longa metragem sobre sete mulheres que contraíram HIV de seus maridos.
O filme será lançado no dia 30 de novembro, no Espaço de Cinema Botafogo (rua Voluntários da Pátria, 35), no Rio de Janeiro, na véspera do Dia Mundial de Combate à Aids.
64% das mulheres das mulheres que contrariam Aids eram casadas ou tinha um relacionamento estável.

Matéria publicada na Revista Época

09/04/2009 21:00

“Mulher que se acha feia não transa”
Especialista em doenças da beleza afirma que a obsessão pela estética acaba com a libido

Martha Mendonça

No país em que o músico e poeta Vinícius de Moraes definiu que ser bela é fundamental, as mulheres se sentem angustiadas quando se acham feias. E mais, muitas estão ficando doentes ao se sentir insatisfeitas com o corpo. A conclusão é da psicóloga carioca Joana de Vilhena Novaes, autora do livro O insustentável peso da feiura (ed. PUC/Garamond). Doutora em psicologia clínica e criadora e coordenadora do Núcleo de Doenças da Beleza da PUC-RJ, Joana diz que as mulheres de classe média infelizes com sua imagem estão perdendo o apetite sexual. O mesmo, porém, não acontece com as mulheres pobres, alvo de sua mais recente pesquisa, a ser publicada em julho deste ano no livro Com que corpo eu vou? . A seguir, trechos de sua entrevista.

André ArrudaQUEM É
Carioca, de 32 anos, solteira

O QUE FEZ
Doutora em psicologia clínica, criou o Núcleo de Doenças da Beleza da PUC-RJ. É pesquisadora do Centro de Pesquisas de Psicanálise de Medicina da Universidade de Paris

O QUE PUBLICOU
É autora de O insustentável peso da feiura. Vai lançar Com que corpo eu vou?

ÉPOCA – O que é doença da beleza?

Joana de Vilhena Novaes – O nome surgiu em meu primeiro livro, O insustentável peso da feiura (ed. PUC/Garamond). Durante sete anos, atendi na Clínica Social da PUC-RJ pessoas insatisfeitas com sua imagem corporal. A forma como elas tentavam se adequar ao padrão de beleza muitas vezes era dolorosa, e não fazer nada para se adequar igualmente causava angústia. As pessoas limitam sua vida social, deixam de usar determinadas roupas, ir à praia ou mesmo às festas. Muitas não namoram. Na psiquiatria, chamamos essa doença de dismorfia corporal. Às clássicas anorexia e bulimia se juntam hoje a ortorexia, que é a compulsão por alimentos naturais, e a vigorexia, que é a dependência de exercício físico. As múltiplas intervenções cirúrgicas também entram nessa lista. Importante ressaltar que esse grupo de doentes da beleza é um número exponencialmente crescente.

ÉPOCA – Que doenças da beleza crescem na classe média?

Joana – Todas crescem, sem exceção. Uma novidade é o aumento da cirurgia bariátrica, que reduz o estômago. E o interesse por essa cirurgia como forma de emagrecer está causando distorções. Pessoas que não têm o peso suficiente para a indicação da cirurgia e que não conseguem fazer regime e exercício preferem engordar até chegar ao ponto certo para ser operadas. Outro tipo de operação que está crescendo é a cirurgia da intimidade. Por meio de métodos abrasivos, mulheres têm procurado médicos para clarear, diminuir ou aumentar o clitóris. Existem até adolescentes que, insatisfeitas com seu clitóris, fazem cirurgias para tentar se adequar a algum modelo que idealizam. Em breve, teremos um boom de modelos de genitália. De modo geral, a cosmetologia da genitália tem crescido muito. É hoje uma das grandes buscas das mulheres de classe média e alta. Fora isso, têm aparecido muito os quadros mistos de doenças. Anorexia alternada com compulsão alimentar tem sido constante.

ÉPOCA – O livro que está para lançar, Com que corpo eu vou? , mostra como mulheres de comunidades carentes vivem essa obsessão pela estética. O que descobriu?

Joana – Pesquisei três comunidades do Rio de Janeiro e notei que elas veem essa questão de uma forma diferente da classe média e alta. Elas também desejam se adequar a um padrão de imagem. Procuram dietas nos postos de saúde e inventam formar criativas de fazer exercícios em casa. Muitas saltam do ônibus três pontos antes para fazer caminhadas. Outras criam equipamentos, como duas latas de tinta em cada lado de um cabo de vassoura, para exercitar os bíceps. O culto ao corpo, portanto, está presente. A diferença é que, ao contrário da mulher de classe média, elas não temem se expor quando seus corpos não estão em conformidade com o padrão. Usam roupas provocantes e vão à praia. E, sobretudo, não deixam de exercer plenamente sua sexualidade. Isso é o que mais as difere da classe média, em que as mulheres estão se reprimindo de forma avassaladora quando não se sentem felizes com o corpo.

“Meninas de 6 anos se recusam a comer pizza ou tomar
refrigerante porque dizem que dá celulite”

ÉPOCA
– Mulheres de classe média estão fazendo menos sexo por causa da obsessão pela estética?

Joana – Sim. A necessidade de se adequar aos padrões está acabando com a autoestima e a libido dessas mulheres. Trata-se de uma cultura opressiva. Se ela não se sente esteticamente adequada, desejada, então reprime sua sexualidade. As cirurgias plásticas podem ser boas quando elevam a autoestima da mulher. Mas rapidamente surgem novas insatisfações. Essa necessidade de adequação causa muito sofrimento. Nas comunidades de baixa renda, não acontece dessa forma.

ÉPOCA – Por que essa diferença?

Joana – O motivo passa por razões históricas. O corpo das classes menos favorecidas é o corpo do trabalho e a relação com a comida é muito distinta. Para quem é pobre, ter o alimento na mesa é um valor. Para essa pessoa, para esse corpo, existe sempre o fantasma de uma privação não voluntária. Sem falar que ainda há no imaginário social a associação entre gordura e prosperidade. O que torna a questão do peso elevado uma questão não tão catastrófica quanto nas classes média e alta. Consequentemente, os parâmetros de magreza e gordura se alteram. Como psicanalista, vejo uma relação estreita entre comida e sexo. A primeira relação do sujeito com o próprio corpo é por meio da mãe que alimenta. O corpo é sexualizado a partir da comida que recebe.

ÉPOCA – Quando começa a preocupação com a beleza?

Joana – Eu diria que já na primeira infância. Os pais exercem uma regulação ferrenha, como fazem a si mesmos – ou até mais. Atendo no consultório meninas de 6 anos que se recusam a comer pizza ou refrigerante e explicam que dá celulite. É claro que elas não descobriram isso sozinhas. Trata-se de um discurso imposto em que elas passaram a acreditar. Vivemos uma ditadura da beleza. Não é apenas uma questão de autoestima. Quem não se enquadra sofre uma exclusão real. O resultado de tudo isso é que as doenças relacionadas à imagem emergem de forma violenta. O sujeito passa a ser algoz do próprio corpo.

corte curto -Ana Paula




A Ana Paula é Jornalista e tem uma vida movimentada,precisa ir à vários eventos,mas aprecia os seus momentos livres e por isso não gosta de perder muito tempo arrumando o cabelo.
Já faz algum tempo que aderiu ao cabelo curto que fica ótimo para ela que e´do tipo mingnon com traços delicados.
Escolhemos sempre um corte bem desbastado,com bastante navalha para controlar o volume mesmo depois de 3 meses da data do último corte corte.



Ela gosta da nuca bem baixa,quase masculina,então faço a vontade da cliente.

A franja é leteral e bem desfiada.Mas costumamos brincar com ela.às vezes curtíssima.ás vezes assimétrica.

Fica ótimo com o óculos...

12 de nov de 2009

Batom Rosa Chiclete

Uma tendência para o verão são as cores vivas porém opacas nas bocas e unhas.Aquí em foto para a revista Mega Polo,a modelo usa batom rosa cor de chiclete ping pong.
para acompanhar pele natural e opaca e olhos bem neutros em marrom e preto.(laranja,rosa pink e laranja rosado também são tendências).

8 de nov de 2009

Miss Imperfeita -Por Martha Medeiros foto:Dani Tovianski modelo:Geovana


Por Martha Medeiros

Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes.

Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!

E, entre uma coisa e outra, leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.

Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.

Primeiro: a dizer NÃO.

Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.

Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher.

E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.

Tempo para fazer nada.

Tempo para fazer tudo.

Tempo para dançar sozinha na sala.

Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.

Tempo para sumir dois dias com seu amor.

Três dias.

Cinco dias!

Tempo para uma massagem.

Tempo para ver a novela.

Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.

Tempo para fazer um trabalho voluntário.

Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.

Tempo para conhecer outras pessoas.

Voltar a estudar.

Para engravidar.

Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.

Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

Existir, a que será que se destina?

Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.

A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.

Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.

Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo! Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.

Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.

Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante.

Martha Medeiros é Jornalista e Escritora.

3 de nov de 2009

Boa Forma - close -fotos:Carlos Bessa


Essa é a Marina |Moreno!Já nossa conhecida de outras postagens.
Fizemos um boa preparação de pele com gel bronzeador pelo corpo todo.
O Bessa montou uma luz que mais parecia um "banho de sol".
Ele bem sério acertando todos os detalhes.
Bessa fazendo o foco.
A Leila macedo,como sempre chiquérrima...nada sai sem o seu consentimento.
Oa dois conferindo os closes.
A Gabí tentando dar uma espiadinha...posso ver como está ficando?
Mexe aqui,arruma alí.
E essa sou eu!

Érika - Eu conseguí!- Rev. Boa Forma- out 2009

OI pessoal!Esse é um antes e depois muito especial.Essa é a Érika que foi fotografada pela equipe da Boa Forma para a coluna:Eu conseguí!
Pelo pouco que conversamos ela me pareceu uma pessoa obstinada e aberta para todas as novas experiências e desfios.Deixou eu cortar a pontinha do cabelo e adorou a idéia de fazer um "antes e depois para vocês".
após a primeira etapa do make up.Com direito à cantinho de cílios...
Os cachos depois de soltos!
Equipe atenta à todos os detalhes.
Cliques do Caio Mello.
A Mônica Tagliapetra,produtora,com quem é sempre ótimo trabalhar.Ela é um doce e nunca perde o bom humor ,por mais que o trabalho se estenda por horas-rsssssss!
Ainda bem que esse foi super rápido!A Érika é muito espontânea e expressiva.

Clique nas fotos e você verá em tamanho ampliado.

2 de nov de 2009

Danielle Souza,a Mulher Samambaia -fotos:Caio Mello


BOA FORMA conta para você o que Danielle Souza faz estar sempre linda


Que ela ´linda todo mundo já sabe...Agora conheçam um pouco da equipe que ajuda a registrar toda essa beleza.
O Caio Mello,fotógrafo.
Eu, Danielle ,a Bruna(jornalista) e a Vanessa(produtora de moda).
Na esquerda a Leila Macedo (visual) ,no centro a Danielle e eu à esquerda arrumando uns cachinhos desfeitos.

D. Marisa- manicure e camareira




D.Marisa é quem sempre cuida das unhas mais fotografadas das revistas.

Nas folguinhas ela atende à domicílio:
marisaeugenia@bol.com.br
tel 73775253

Geovana-fotos :Dani Toviansky





Bem Vindo ao Blog da Penélope Beolchi!

Nesse Blog posto muitas pesquisas sobre assuntos de beleza, técnicas e novos produtos.
Para trabalhos e cursos entre em contato com minha agência que terá o prazer de atender prontamente sua solicitação.

Opa! Hair

http://opahair.4ormat.com
11 3171-0401
penelope.beolchi@gmail.com

Rua Apeninos, 689, Paraíso
São Paulo-SP
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